(Versão tons de creme das fotografias produzidas para a revista CIDADE 21, no âmbito de uma reportagem acerca do figurado barcelense. Texto de Catarina Abreu)
Artesãos diferentes, a mesma inquietação. Francisco ficou com o cognome do pai (Domingos Mistério) e com o seu saber. Perpetua agora a tradição que não vê reflectida nos projectos das novas gerações. Há mais de vinte anos dedicados à arte, tem um irmão que também assumiu o desafio. Afinal, “morreu o mestre mas não morreu o nome”. Francisco não tem qualquer prurido em fazer as “coisas mais malandrecas” que os clientes lhe pedem. Já pôs o Santo António a andar de bicicleta e de skate e fez a última ceia... dos demónios. “Gosto de temas publicamente incorrectos e há pessoas que ficam ofendidas. Mas não têm nada que ficar. É que não há limites para a brincadeira nem para a imaginação”.
Artesãos diferentes, a mesma inquietação. Francisco ficou com o cognome do pai (Domingos Mistério) e com o seu saber. Perpetua agora a tradição que não vê reflectida nos projectos das novas gerações. Há mais de vinte anos dedicados à arte, tem um irmão que também assumiu o desafio. Afinal, “morreu o mestre mas não morreu o nome”. Francisco não tem qualquer prurido em fazer as “coisas mais malandrecas” que os clientes lhe pedem. Já pôs o Santo António a andar de bicicleta e de skate e fez a última ceia... dos demónios. “Gosto de temas publicamente incorrectos e há pessoas que ficam ofendidas. Mas não têm nada que ficar. É que não há limites para a brincadeira nem para a imaginação”.
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